Nem tudo são flores

      Nem tudo são flores, o título a princípio parece  em tom crítico mas nesse caso o que não são flores, são galhos encobertos, poucas folhas, pássaros, abelhas e muitos olhares. Parece que a cada olhar conseguimos ver mais flores, são tantas que muitas caem para colorir o chão, talvez uma forma que a natureza encontrou para promover suas belezas naturais.
     Por qual motivo ainda existe tanta devastação e poucas ações de preservação da fauna, flora e meio ambiente. Uma tímida política de reflorestamento e um desmatamento com um nível tão elevado e desproporcional.
      As poucas campanhas de conscientização ambiental, e a ação desordenada de alguns, causam um impacto negativo na cadeia alimentar. Não por falta de recursos, e sim, devido a falta de desenvolvimento com uma infraestrutura moderna,  com recursos e leis,com caráter educacional, informativas e corretivas.
      A natureza protesta, e nós sentimos o crescente efeito desses protestos. Provocados por ações inconscientes de pessoas ou empresas dirigidas por pessoas de visões robóticas, com pouco censo humanístico e de grande falta de sensibilidade.
      Precisamos respirar. O ar que respiramos está cada dia mais poluído e pesado, não queremos respirar artificialmente, queremos ar puro, queremos e merecemos uma vida saudável. E para isso essa mudança pede urgência, não podemos aceitar que só algumas cidades tenham esse comprometimento, é importante a participação de todos, em um movimento globalizado.
      Esse movimento precisa ganhar amplitude e sentido coletivo, não é um sentimento de copa do mundo, em que uns querem por interesse próprio, outros por diversão e muitos são indiferentes. Temos tempo e condições de reverter esse problema, vamos pensar em nossas gerações futuras, porque esse alerta,não é de hoje, faz tempo que ele está ligado.
 Ass.  Maninho.

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